Categoria: De um passado glorioso desperta… Catalão vem viver o esplendor!

De um passado glorioso desperta... Catalão vem viver o esplendor!

Recordações da Academia Catalana de Letras – A rapariga Bernardina

A Academia Catalana de Letras lembra que, Bernardina era uma rapariga que morava na Rua do Fogo, em uma casa bem próxima ao antigo cemitério da cidade (Praça Duque de Caxias). Foi uma mulher bonita, que vivia enrabichada com o Intendente Salomão de Paiva, homem metido a valente e chefe político do município. Bernardina sentia-se muito bem protegida e, muitas vezes, por nada desacatava outros moradores. De certa feita, em 1923, um fazendeiro de Olhos D'água, conhecido por Zé Carretel, desentendeu-se com a rameira e, sem mais nem menos, deu -lhe uma tremenda surra. Para mostrar que não tinha medo do coronel, emendou dizendo que "rapariga de Intendente também apanha". O chefe político, furioso, enviou dois jagunços a Olhos...

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Observações da Academia Catalana de Letras – Pires do Rio, Goiás

A Academia Catalana de Letras observa que, a população de Pires do Rio está em festa comemorando o aniversário 97 anos da cidade. Ao contrário do que possa parecer, trata-se de uma cidade planejada e construída por decisão de engenheiros da estrada de ferro, apoiados por fazendeiros da região. A história foi a seguinte. Os trilhos da ferrovia saíram de Catalão e Goiandira, passaram por Ipameri e atingiram um antigo povoado que existia, à beira do rio Corumbá, cujo nome era Roncador. Ali, a estrada de ferro teve que ficar parada por quase uma década, à espera de uma ponte para cruzar o rio. Enquanto isso, na margem oposta do Corumbá, foi se formando um acampamento e um novo...

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Recordações da Academia Catalana de Letras – Os chefes políticos de Catalão

A Academia Catalana de Letras relembra que, a maioria dos chefes políticos de Catalão exibia, com orgulho, alguma patente militar. Ao longo da história, os moradores daqui conviveram com tenentes, coronéis, capitães, majores, alferes e outros postos de comando da Guarda Nacional. Uma pessoa desavisada, que pesquisar a história de Catalão, poderá pensar que o município foi um reduto militar ou um posto avançado do exército, tal a quantidade de oficiais que aqui viveram. Mas, a verdade é outra e bem simples. Nos tempos da monarquia, os reis garantiam o poder distribuindo...

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Observações da Academia Catalana de Letras – Padre Luiz Antonio da Costa

A Academia Catalana de Letras observa que, na época imperial, vários padres católicos tiveram filhos pelo interior do Brasil. Quem não conhecia a realidade brasileira ficava chocado com esse fato. O naturalista francês, Auguste de Saint-Hilaire, por ocasião de sua viagem de estudos a Goiás, inconformado com a vida livre de alguns padres, registrou em documentos: "Suas concubinas moram com eles. Os filhos crescem sob os olhos do pai e da mãe, e frequentemente, devo dize-lo envergonhado, o sacerdote, quando vai para a igreja, o faz acompanhado por sua amante". De fato,...

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Recordações da Academia Catalana de Letras – Primeiras obras da canalização do córrego Pirapitinga

A Academia Catalana de Letras lembra ter sido muito difícil iniciar a canalização do córrego Pirapitinga, por duas razões fundamentais: falta de recursos e discordância de moradores do centro da cidade. Historicamente, o Pirapitinga serviu a várias funções. A mais preocupante foi o fato de o córrego se tornar um esgoto a céu aberto, depositário de todo o lixo da cidade. O ribeirão frequentemente era local de desova de cachorros e cavalos mortos, carcaças de animais de açougues, além de receber esgotos residencial e industrial. As agroindústrias de Catalão despejavam no Pirapitinga praticamente todos os resíduos descartáveis. Além disso, o manancial servia, costume de antigamente, para lavagem de...

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Considerações da Academia Catalana de Letras – Professor Antonio Miguel Jorge Chaud

A Academia Catalana de Letras considera um privilégio abordar, mesmo que resumidamente, a vida de Antonio Miguel Jorge Chaud. Professor Chaud, como era conhecido, virou símbolo de prestígio para Catalão, onde nasceu em 1923 e foi educador por quase sessenta anos. Quando menino estudou no Externato Santana com Dona Iaiá. Depois foi para São Paulo onde fez alguns cursos, contabilidade e inglês, terminando com o bacharelado em Sociologia e Política na Universidade de São Paulo. Ainda na capital paulista, antes de retornar para Catalão, começou lecionar em dois colégios. Aqui, casou -se...

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Observações da Academia Catalana de Letras – Praças Getúlio Vargas e a Duque de Caxias

A Academia Catalana de Letras observa que, continuam fechadas ao público duas praças centrais de Catalão: a Getúlio Vargas e a Duque de Caxias. Algumas pessoas se mostram apreensivas com as obras que lá estão sendo executadas. Não é para menos. Esses logradouros públicos constituem um baú de reminiscências e de fortes vinculações com o passado. Outras pessoas, no entanto, estão confiantes de que a prefeitura saberá resguardar os marcos tradicionais, argumentando que, a época de prefeitos que destruíram monumentos históricos (como o obelisco do relógio) felizmente passou. Em todo caso, é...

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Recordações da Academia Catalana de Letras – Albino Felipe Nascimento e de Antero da Costa Carvalho

A Academia Catalana de Letras reconhece que, na história da violência em Catalão, não existem episódios mais comentados do que os assassinatos de Albino Felipe Nascimento e de Antero da Costa Carvalho. Um se deu em consequência do outro no curto prazo de dois meses. Antero, natural de Jataí, aqui chegou em 1932, acompanhando sua mulher que tinha família residente em Catalão. Como prático de farmácia, rapidamente se integrou aos meios políticos e sociais, ganhando amizade e respeito dos moradores. Albino Felipe, por sua vez, era um fazendeiro...

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Recordações da Academia Catalana de Letras – João Netto de Campos

A Academia Catalana de Letras esclarece que, em termos de acesso ao poder, a vida política de Catalão experimentou três fases bem distintas. Na primeira, o governo imperial incentivou o surgimento dos coronéis que, com total mandonismo, comandaram os destinos de Catalão praticamente até o final do século XIX. Na segunda fase, coordenados pelo poder republicano, os intendentes nomeados, também com desmedida autoridade, administraram o município catalano até o fim da segunda guerra mundial. Depois de 1945, principalmente com o fim da ditadura de Getúlio Vargas e o afastamento de Pedro Ludovico do poder em Goiás, o cenário mudou. Mesmo assim, apenas em alguns municípios brasileiros, entre eles, Catalão. Aqui, nas...

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Recordações da Academia Catalana de Letras – Estádio Municipal Alberto Mendes

A Academia Catalana de Letras recorda que, em agosto de 1985 foi inaugurado o Estádio Municipal Alberto Mendes, bem no alto do bairro São João. Dotado de arquibancadas, vestiários, cercado de alambrados e todo gramado, foi um verdadeiro presente do prefeito Haley Margon para aquela comunidade. O que poucos sabem, talvez, é a razão da homenagem e quem foi Alberto Mendes. Para tanto, precisamos recuar ainda mais no tempo. No primeiro quartel do século passado, o Catalão Futebol Clube era um time muito respeitado em toda a nossa região. Inclusive, em 1923...