Autor: Maysa Abrão

Meu Catalão

CATALÃO da E. F. GOIAZ Município de Catalão, GO

A ESTAÇÃO Já existia uma estação em Catalão desde o ano de 1913, no ramal Goiandira-Catalão-Ouvidor, da E. F. Goiaz. Essa estação foi desativada quando a linha da RMV chegou à cidade em 1942, para fazer a ligação Monte Carmelo-Patrocínio-Ouvidor e ligar Goiandira a Angra dos Reis através da linha-tronco da RMV. Catalão e toda a linha nova até Goiandira passam a fazer parte da RMV. A estação e a linha foram inauguradas oficialmente dois anos depois: "Em 11 de fevereiro de 1944, com a presença dos chefes de governo mineiro e goiano, representantes dos Srs. Ministro da Viação e Diretor Geral do Departamento Nacional de Estradas de Ferro e altas autoridades federais e estaduais, foi oficialmente inaugurada a linha...

Curiosidades Culturais

Igreja Velha Matriz do Catalão já foi Igreja Madre de Deos

Um dia ela foi Igreja Madre de Deos... Hoje ela é Igreja Velha Matriz... E ela já existia em 1908... Vejam o que diz o documento Almanak Laemmert:Catalão—Municipio pertencente à Comarca do Rio Paranaiba de que é sede. Tem 40.000 habitantes uma área territorial de 600 léguas quadradas. O municipio produz e exporta toda sorte de cereaes, especialmente arroz. São consideráveis a producção e exportação do toucinho, aguardente, café e assucar. Conta três maquinas de beneficiar arroz, dos systemas «Augusto Adriano», aperfeiçoada, «Biaggi» e «Lidger- wood» . E' banhado pelos rios Paranaiba, Veríssimo, São Marcos, Pirapetinga, Ouvidor e Pari. E' riquíssimo em madeiras e mineraes, achando-se em atividade o garimpo de diamantes. As terras do municipio...

Projetos Culturais

Morrinho de São João por Ivan Corrêa

Morrinho de São João… (autor Ivan Corrêa). Catalão, Morro de São João, eternal morrinho da Saudade. Marca qualquer coração, que displicentemente o dono, em ti, puser o olho. É amor à primeira vista! Ocupas mais de mim do que sabe. Na tua noite tantas frases de amor foram ditas a moças enamoradas. Tantos já foram no teu alto para consertar o coração, desceram extasiados de beleza e sossego! Quando parto, furto tua imagem e levo comigo. Guardo no bolso de esconder preciosidades, levo na mente que guarda os amores. Quando te olho calado é do amor por ti que estou falando no olhar! Vives aí cravado, e andas em tantas partes; nos devaneios dos teus filhos que partiram. És de terra e fazes água nos olhos dos mais sensíveis. Não és apenas uma porção de terra e pedra, tens alma e admiração...

Blog da Maysa Abrão Brasil e Mundo Afora

Guarda de Moçambique de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto, Minas Gerais

Fundado há dois anos, a Guarda de Moçambique de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto, Minas Gerais, encanta com suas caixas, patangomes e campanhas. Vale a pena assistir o vídeo!  https://youtu.be/6691ovMx_6E FOTO: O amigo deste Blog, Rodrigo Salles ao lado de um, dos capitães mais respeitados de Minas Gerais, Toiãozinho (94 anos). FOTO: Guarda de Moçambique de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia de Ouro Preto, Minas Gerais  

Blog da Maysa Abrão Brasil e Mundo Afora

Chico Rei – GRES Salgueiro (1964)

https://youtu.be/7Ecfk5DO6d8   Composição : Geraldo Babão, Djalma Sabiá e Binha Vivia no litoral africano Um régia tribo ordeira Cujo rei era símbolo De uma terra laboriosa e hospitaleira. Um dia, essa tranqüilidade sucumbiu Quando os portugueses invadiram, Capturando homens Para fazê-los escravos no Brasil. Na viagem agonizante, Houve gritos alucinantes, Lamentos de dor Ô-ô-ô-ô, adeus, Baobá, Ô-ô-ô-ô-ô, adeus, meu Bengo, eu já vou. Ao longe Ninas jamais ouvia, Quando o rei, mais confiante, Jurou a sua gente que um dia os libertaria. Chegando ao Rio de Janeiro, No mercado de escravos Um rico fidalgo os comprou, Para Vila Rica os levou. A idéia do rei foi genial, Esconder o pó do ouro entre os cabelos, Assim fez seu pessoal. Todas as noites quando das minas regressavam Iam à igreja e suas cabeças lavavam, Era o ouro depositado na pia E guardado em outro ligar de garantia Até completar a...

Projetos Culturais

Exposição fotográfica na UFU ilustra A mulher, o aprisionamento, suas dores e a morte

Senzenina. A mulher, o aprisionamento, suas dores e a morte. O I Seminário Internacional de Educação do Campo da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), “Da luta pela terra a construção da cidadania. Povos Indígenas, Negros e Sem Terras”, sedia de 22 a 24 de junho, a exposição de fotos “Senzenina”, A mulher, o aprisionamento, suas dores e a morte, do fotografo João Tavares. A exposição acontece no hall do Bloco 3Q da Universidade Federal de Uberlândia-MG (Campos Santa Mônica, no I Seminário Internacional de Educação do Campo da UFU).   BLOG DA MAYSA ABRÃO TEM COMO APOIO CULTURAL: